Posted on 22nd Apr 2009 @ 7:09 PM
| História do Vidro Fonte: site da Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos Diz a lenda que os fenícios seriam os "donos" da invenção. Segundo um historiador romano, esse povo foi o primeiro a observar e a reproduzir o que, mais tarde, se transformaria em vidro. Isso teria ocorrido há mais de 2 mil anos antes de Cristo. O fenômeno se deu com o aquecimento e fusão da sílica pela ação de um raio, formando uma placa fina e translúcida de vidro. Porém, os faraós egípcios já levavam o vidro às suas tumbas em formas de utensílios, adornos e objetos cerimoniais há mais tempo que os fenícios. Também se diz que os sírios foram os responsáveis pela técnica do vidro soprado, o que revolucionou a atividade vidreira. Ganhou qualidade, melhorou acabamento, aprimorou a beleza e aumentou a diversidade dos produtos, especialmente os de vidro oco, como frascos e garrafas. Os romanos trataram de difundir a técnica e tiraram dela o melhor proveito mercantil. A fabricação de chapas de vidro era mais complexa e só existia nas casas patrícias e nas igrejas. | ||||
| O vidro e suas técnicas Fonte: site da Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos Se fazer vidro oco (soprado) já não era lá muito fácil, imagine-se como devia ser a produção do vidro plano. No final do século 17, um método revolucionou a fabricação. A massa do vidro era derretida manualmente com rolos, como se fosse macarrão. Essa técnica era do vidro estirado. Para melhorar a vida dos vidreiros, no início do século 20, o belga, Émile Fourcault, inventou o que foi uma mão na roda - o processo mecânico de estirar a massa do vidro. Isso era feito por meio de pinças que suspendiam a massa por uma estrutura vertical de quase 20 metros para ser cortada. Contudo, as dificuldades técnicas e os defeitos no vidro continuaram a existir. Os avanços, devagar, iam chegando. Para facilitar a saída da massa vítrea durante a elevação da chapa contínua, os americanos introduziram uns ajustes na passagem do forno para a estrutura vertical, no método conhecido como Pittsburgh. A qualidade óptica do vidro melhorou muito a partir daí. Mas o grande destaque na produção do vidro estirado foi o emprego do método Libbey-Owens, adotado pelos grandes fabricantes mundiais nas décadas de 1930 e 1940. O processo aposentava o sistema vertical - a chapa passou a deslizar por uma estrutura horizontal, facilitando o manejo e a precisão do corte. | ||||
| O vidro no Brasil Fonte: site da Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos Demorou, mas chegou. A primeira fábrica de vidros no Brasil surgiu em 1810, em Salvador. Montada por Francisco Ignácio de Siqueira Nobre, com a autorização do regente D. João, recém-chegado ao Brasil, a Real Fábrica de Vidros da Bahia não teve vida longa, pois foi atingida pelos conflitos e combates da Independência, que ferviam no Estado baiano. Nessa época, tudo que fosse preciso para o acabamento e mobiliário das casas era necessário ser importado. Apesar disso, no final do século, em 1882, foi criada na cidade do Rio de Janeiro a primeira grande indústria brasileira de vidros, a Fábrica Esbérard - Companhia Fábrica de Vidros e Crystaes, uma produtora de embalagens. Pouco mais de dez anos depois, em 1895, surgia, em São Paulo, a Companhia Vidraria Santa Marina. Os dois empreendimentos foram um verdadeiro sucesso. Depois, foi a vez de a Companhia Vidreira Nacional (Covibra) ser fundada em 1942 por um empresário português. No finalzinho da guerra, os proprietários da Vidraria Santa Marina criaram a Companhia Paulista de Vidro Plano (CPVP), produzindo vidro para o mercado paulista, interior do Estado e regiões vizinhas. A concorrência apertava e o dono da Covibra sugeriu aos empresários da Vidraria Santa Marina que fizessem uma fusão entre as duas fábricas. Com isso, no início da década de 1950, ficou acertada a criação das Indústrias Reunidas Vidrobrás Ltda., resultado da associação entre a Covibra e a CPVP. | ||||
| Vem a década de 50 Fonte: site da Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos Na década de 1950, começaram a aparecer no mercado brasileiro grandes comerciantes de vidro, como Sebastião Pais de Almeida, que chegou a controlar cerca de 60% da distribuição de vidros em todo o Brasil. Em 1951, a Santa Lúcia Cristais Ltda. começou a funcionar com um pequeno forno plano, duas ou três máquinas de lapidação e alguns cavaletes e tablados usados como mesas de corte. Dez anos mais tarde, a fábrica passou a ser chamada de Blindex. Associada ao grupo europeu BSN, liderado pela belga Boussois, e com o grupo brasileiro Ipiranga, do setor de petróleo, a Santa Lúcia instalou, em Caçapava, São Paulo, a Companhia Produtora de Vidro - a Providro -, que entrou em operação em 1962. Com toda essa ascensão da Santa Lúcia, a Vidraria Santa Marina, já associada ao grupo francês Saint-Gobain, buscou reforçar sua posição e aumentou a participação acionária na Vidrobrás. Pouco antes, em 1957, surgiu a União Brasileira de Vidros (UBV). Criada por um grupo de distribuidores paulistas, a fábrica era responsável pela produção de vidros impressos e passou a concorrer diretamente com a Vidrobrás e sua controlada, a Vicry. No início de 1960, o mercado possuía três fabricantes principais - Providro, Santa Marina e UBV -, um bom número de distribuidores espalhados pelas regiões de maior consumo e poucos processadores. A Vidraçaria Storch e a história do vidro Diante desse contexto evolutivo, surge em Serra (ES), em 1988 a Storch Vidraçaria Ltda., uma empresa que aos poucos firmou-se no mercado vidreiro do estado. Com uma política voltada à qualidade de vida de seus funcionários e a perfeição em seus produtos, procurando a cada dia inovar, buscando o que há de mais moderno no ramo de vidros; a Storch cresce junto às necessidades de seus clientes, procurando sempre oferecer produtos satisfatórios às exigências do mercado. Há mais de 20 anos trabalhando com vidros cortados, Temperados, Tampos Decorativos, Refletivos,Cubas na própria bancada; em espessuras de 02 mm a 19 mm nas cores azul, bronze, fumê, incolor, verde, laminados coloridos e refletivos.
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